"Renuncie aos desejos e encontrars o que seu corao deseja" (So Joo da Cruz).
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"Cristo meu nome e Catlico meu sobrenome. Um me designa, enquanto o outro me especifica. Um me distingue, o outro me designa. por este sobrenome que nosso povo distinguido dos que so chamados herticos" (So Paciano de Barcelona).

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(Rainha do Cu)


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A Igreja de Cristo forte e mesmo que um milho de inimigos se levantem contra ela, outros tantos, homens de vossa dextra poderosa sero suscitados para combater as heresias e guardar a f inviolada da Madre Igreja Una, Santa, Catlica e Apostlica.

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A intolerncia catlica

Nosso tema de hoje será a intolerância, sobretudo, a da Igreja Católica. Para começo de conversa, a intolerância católica não é ser agressivo com quem tem uma crença diferente. Então, o que é intolerância? Ser intolerante catolicamente falando, significa que você acredita e segue tudo o que Deus revelou por intermédio da Igreja Católica, e que por isso, não irá abrir mão de suas crenças. Se você tem algo como certo e verdadeiro, obviamente, irás querer que as outras pessoas também o tenham e irá se opor a tudo o que lhe for contrário. Como poderia alguém ser tolerante nas coisas de Deus? Devemos ficar quietos ao ofenderem Nosso Senhor e nossa verdadeira religião com mentiras, calúnias e difamações? Devemos defender nossas verdadeiras crenças com suavidade e respeito? Se algo é verdadeiro importa que seja ensinado e defendido, por isso Jesus disse: "Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura" (Marcos 16, 15) e "Estai sempre prontos a responder para vossa defesa a todo aquele que vos pedir a razão de vossa esperança, mas fazei-o com suavidade e respeito" (I Pedro 3, 15).

Como sabem, a nossa Fé teologal é uma virtude infusa, que Deus nos dá, e que nos capacita para ver com nova pupila e aderir com a vontade à Revelação. Se eu disser: “nisto eu creio, naquilo não”. Sou eu então que estou escolhendo, sou eu que estou julgando. E nesse momento deixou de ser, para mim, divina, a Revelação e passou a ser opinião pessoal, escolhida por mim, julgada por mim. Não é Deus que me diz que é Senhor do Céu e da Terra; sou eu que lhe dou esse título.

O protestantismo consiste precisamente nisto. À Igreja Católica, única, global, maciça, os protestantes opõem mais de mil glosas que apareceram ao sabor da livre interpretação e do relativismo dogmático. E essa multiplicação de seitas, em confronto com a unidade católica, é a prova da decomposição de um corpo sem alma.

Se nos julgam loucos ou tolos por aceitarmos as arestas traçadas por Deus, toleraremos que assim nos julguem e que não queiram partilhar da mesma loucura. Mas não toleraremos que um católico, continuando a dizer-se católico, queira ser divorcista, ou queira inventar uma explicação sua para o mistério da Trindade. Querem ser tolerantes? Por que não começam pelo futebol? Por que não praticam a livre interpretação dos sinais de tráfego? Porque não toleram, antes dessa amálgama de religiões, a amálgama das relações conjugais, trocando maridos e esposas? Por que deverei ser zeloso nos negócios dos homens se sou tolerante nas coisas de Deus?

Dirijo-me aos católicos-liberais, e digo-lhes que a sua transigência doutrinária prova simplesmente que, para eles, a religião é a coisa menos importante do mundo. Ora, o catecismo nos ensina, ao contrário, que a religião é infinitamente mais importante do que o mais alto dos negócios humanos.

Consideremos o catolicismo complacente que faz vista grossa aos mandamentos. A atitude de seus praticantes é: por uma dor de cabeça procuram tendas espíritas, amuletos, curandeiros, caboclos do astral ou não sei que mais. Para reatar um namoro eles fazem o que os mártires recusavam fazer para fugir ao dente dos leões. O que querem é uma religião que nada queira deles; o que exigem é uma religião sem exigências; o que procuram é uma coisa vaga e mole que combine com a falta de caráter de seus adeptos.

Mas para o cristão que recebeu a Revelação, é ridícula qualquer atitude que fuja à intolerância dogmática. O católico que escolhe seus dogmas e seus mandamentos não é católico, é protestante. O católico que freqüenta sessões espíritas, ou utiliza médicos fantasmas, comete pecado contra a virtude da religião, ou contra a Fé, e sobretudo demonstra um insensato orgulho ou uma intolerável falta de caráter.      



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